Francisca Oliveira

Aproveitando a minha paixão por animais recolhi imagens da minha gata que representa os vários deuses existente, tendo ela o nome de uma deusa da mitologia nórdica (Nanna). Em suma, a Nanna é a protagonista do protejo dando vida ao tema: animais mitológicos.

Bárbara Sobral

Para o desenvolvimento do projeto, decidi incorporar no tema vários dos meus passatempos e recordações que se encontram aliadas aos pequenos prazeres. Para este efeito, tentei sempre manter um visual mais “vintage”, utilizando vários elementos: rolos fotográficos e as numerações dos mesmos, fotografias que contêm memórias especiais…

Diana Moreira

Este projeto agrega dois conceitos, o de representar algo através do corpo ou partes do corpo, inspirado nos espetáculos de sombras chinesas ( as mãos a parecerem formas de animais); e o de criar novas formas abstratas, que neste contexto são criaturas improváveis criadas a partir de partes de animais distintos. Para além das diversas criaturas improváveis, é possível ainda descobrir os animais que serviram de base e que se encontram dispersos ao longo do imaginalário.

Rodrigo Villalba

VEIAS/SERRAS/NERVOS/TRIPAS/FACAS/SANGUE/CARNE/ÓRGÃOS/TRITURADORAS 

para toda a família num formato interativo!

 

 

 

Neste imaginalário trabalhei sobre o tema guarda chuva de “carne“, tentando explorar gráficamente vários aspetos do mesmo. Para a primeira secção, utilizei fotografias de pormenores da minha cabeça envolvidos em papel aderente, como se fossem embalados para um supermercado, recortadas com formas que remetem para cortes de carne ou órgãos (coração, posta de salmão, rim, etc). Na secção do meio decidi colocar silhuetas de utensílios de carne, como um cutelo, um moedor de carne ou um garfo de churrasco. A última secção é composta por letras feitas com texturas e tipos de carne, como tripas, carne picada e bacon.

Renato Porfirio

Neste trabalho exploro o desespero do ser humano que  luta contra o inimaginável e o indescritível.

“A coisa mais misericordiosa do mundo é a incapacidade humana de correlacionar todo o seu conteúdo. Vivemos numa ilha plácida de ignorância, no meio de mares negros infinitos, e não deveríamos viajar para tão longe.”

-H.P.Lovecraft, The Call of Cthulhu and other Weird Stories